Não existe um roteiro pronto
Uma das primeiras coisas que costuma surpreender quem nunca fez terapia é a ausência de um roteiro fixo. Não há uma ficha de perguntas a ser respondida em ordem, nem um formulário a preencher. A primeira sessão é, antes de tudo, um espaço para você começar a falar sobre o que te trouxe até ali — no seu tempo, com as palavras que fizerem sentido para você naquele momento.
O que costuma ser conversado
Ainda que não haja um roteiro, a primeira sessão costuma incluir alguns pontos naturais da conversa:
- O que motivou a busca por terapia neste momento específico
- Como esse sofrimento tem aparecido no dia a dia
- Um pouco da sua história, na medida em que for surgindo espontaneamente
- Dúvidas práticas sobre frequência, valores e formato das sessões
Não é preciso chegar com uma "história organizada" ou saber exatamente o que dizer. Parte do processo é justamente ir encontrando, ao longo do tempo, como colocar em palavras aquilo que ainda não tem nome.
É normal sentir insegurança antes da primeira conversa
Muita gente adia o primeiro contato por medo de ser julgada, de "não saber se explicar direito" ou de descobrir algo difícil sobre si mesma. Esses receios são compreensíveis — e também fazem parte do que pode ser conversado logo na primeira sessão. Não existe uma forma errada de chegar à terapia.
Presencial ou online: como decidir
As sessões podem acontecer presencialmente, em consultório em São Paulo, ou por videochamada, com a mesma continuidade e sigilo. A escolha costuma depender da rotina e do que traz mais conforto para você conversar abertamente — vale experimentar o formato que parecer mais acessível no seu momento atual.
Depois da primeira sessão
Ao final do primeiro encontro, é comum alinhar a frequência das sessões seguintes — geralmente semanal — e esclarecer qualquer dúvida prática que tenha ficado. Não há compromisso de continuidade obrigatória: a primeira conversa serve também para você sentir se aquele é o caminho certo para o seu momento.