O que é a síndrome do pânico
A síndrome do pânico é caracterizada por crises repentinas e intensas de medo, acompanhadas de sintomas físicos importantes, mesmo sem um perigo real presente. Diferente da ansiedade generalizada, o pânico se manifesta em episódios agudos, muitas vezes seguidos do medo de que uma nova crise aconteça a qualquer momento.
Sintomas mais comuns da síndrome do pânico
- Taquicardia súbita e intensa
- Falta de ar ou sensação de sufocamento
- Tontura ou sensação de desmaio iminente
- Sudorese e tremores
- Medo intenso de morrer ou perder o controle
- Sensação de irrealidade ou de estar fora do próprio corpo
- Ansiedade antecipatória entre as crises
- Evitação de lugares onde já ocorreu uma crise
O olhar da psicanálise sobre o pânico
A psicanálise entende a crise de pânico como uma angústia que não encontrou representação psíquica — algo que o corpo expressa porque a palavra, naquele momento, não deu conta. Por isso, o trabalho terapêutico não se limita a controlar os sintomas físicos da crise: ele busca compreender o que precede as crises e o que essa angústia está tentando comunicar.
Ao longo do processo, a identificação dos gatilhos e do contexto de vida em que as crises começaram permite que a angústia de base seja elaborada, reduzindo a frequência e a intensidade dos episódios.
Como a terapia ajuda no tratamento da síndrome do pânico
As sessões oferecem um espaço para compreender o que estava acontecendo na vida da pessoa quando as crises surgiram, e para elaborar a angústia que sustenta o quadro. Em casos mais intensos, o acompanhamento psiquiátrico pode ser um suporte complementar importante.
O atendimento é semanal, presencial em São Paulo ou por videochamada, com sigilo garantido.