TERAPIA PARA SÍNDROME DO PÂNICO

Síndrome do pânico: quando o corpo dispara um alarme sem aviso

Uma crise de pânico chega sem aviso: o coração dispara, falta o ar, e o corpo parece estar em perigo real, mesmo quando não há nenhum perigo visível. Este texto explica o que é a síndrome do pânico, seus sintomas e como a psicanálise trabalha a angústia que sustenta as crises.

Mão segurando uma xícara junto a uma janela com chuva, clima de tensão

O que é a síndrome do pânico

A síndrome do pânico é caracterizada por crises repentinas e intensas de medo, acompanhadas de sintomas físicos importantes, mesmo sem um perigo real presente. Diferente da ansiedade generalizada, o pânico se manifesta em episódios agudos, muitas vezes seguidos do medo de que uma nova crise aconteça a qualquer momento.

Sintomas mais comuns da síndrome do pânico

  • Taquicardia súbita e intensa
  • Falta de ar ou sensação de sufocamento
  • Tontura ou sensação de desmaio iminente
  • Sudorese e tremores
  • Medo intenso de morrer ou perder o controle
  • Sensação de irrealidade ou de estar fora do próprio corpo
  • Ansiedade antecipatória entre as crises
  • Evitação de lugares onde já ocorreu uma crise

O olhar da psicanálise sobre o pânico

A psicanálise entende a crise de pânico como uma angústia que não encontrou representação psíquica — algo que o corpo expressa porque a palavra, naquele momento, não deu conta. Por isso, o trabalho terapêutico não se limita a controlar os sintomas físicos da crise: ele busca compreender o que precede as crises e o que essa angústia está tentando comunicar.

Ao longo do processo, a identificação dos gatilhos e do contexto de vida em que as crises começaram permite que a angústia de base seja elaborada, reduzindo a frequência e a intensidade dos episódios.

Como a terapia ajuda no tratamento da síndrome do pânico

As sessões oferecem um espaço para compreender o que estava acontecendo na vida da pessoa quando as crises surgiram, e para elaborar a angústia que sustenta o quadro. Em casos mais intensos, o acompanhamento psiquiátrico pode ser um suporte complementar importante.

O atendimento é semanal, presencial em São Paulo ou por videochamada, com sigilo garantido.

Perguntas frequentes sobre síndrome do pânico

Síndrome do pânico é a mesma coisa que ansiedade?
Não exatamente. A ansiedade costuma ser mais constante e gradual, enquanto a síndrome do pânico se manifesta em crises agudas e repentinas, com sintomas físicos intensos e medo de uma nova crise.
Preciso ir à emergência toda vez que tenho uma crise?
Na primeira crise, é importante buscar avaliação médica para descartar causas físicas. Depois de diagnosticado o quadro, o acompanhamento psicológico e, quando indicado, médico, ajuda a reduzir a frequência e a intensidade das crises.
A síndrome do pânico tem cura?
Com acompanhamento adequado, a maioria das pessoas consegue reduzir significativamente ou eliminar as crises. A psicanálise trabalha na compreensão da angústia de base que sustenta o quadro.

O corpo dispara o alarme, mas a causa pode ser compreendida

Você não precisa conviver com o medo constante de uma nova crise.

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